Crime
Capelari foi assassinado em 14 de janeiro e o corpo dele foi encontrado pela Polícia Militar dentro de três sacos de lixo, no banheiro da casa de Laís, uma edícula no bairro Água Branca.
A audiência de instrução para depoimento das parte aconteceu em 8 de outubro. Apesar de ter confessado os crimes à polícia, o casal negou em parte durante a audiência, que durou aproximadamente quatro horas.
A sessão aconteceu por videoconferência e cada réu esteve acompanhado de um defensor público. Na ocasião foram interrogadas quatro testemunhas de acusação e três testemunhas de defesa.
Negou
Laís disse que o namorado dela esquartejou o corpo do advogado e negou que haviam combinado roubar e assassinar a vítima. O namorado dela negou qualquer envolvimento no latrocínio e na destruição do cadáver.
Ao ser informado que havia provas de que ele foi visto dirigindo a caminhonete da vítima e comprado luvas e sacos de lixo para colocar o cadáver, o réu confirmou essas informações, mas continuou negando participação nos crimes.
Laís confessou a autoria dos crimes de denunciação caluniosa.
Justa
O promotor de Justiça Sérgio Ricardo Martos Evangelista, autor da denúncia nesse caso, disse ao Hojemais Araçatuba que até a tarde de segunda-feira não tinha sido intimado oficialmente da decisão, mas considerou justa.
"Eu achei justa a sentença e quando for formalmente intimado vou analisar se tem algum ponto que precisa de recurso ou não", informou.
Ele também comentou sobre a agilidade de o julgamento da ação, pois o caso teve muita repercussão e considerou importante que tenha ocorrido essa resposta rápida à sociedade.
