O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicou portaria no Diário Oficial da União desta quarta-feira (22) autorizando a nomeação de 3.147 candidatos aprovados no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), conhecido como Enem dos Concursos. A medida abrange 36 órgãos federais e atende à demanda por servidores em diferentes áreas da administração pública.
Distribuição das vagas
A maior parte das vagas ficou com o próprio MGI, que terá 1.250 novos servidores. Em seguida aparecem o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com 300 nomeações, e os comandos militares, com destaque para a Marinha (140), o Exército (131) e o Hospital das Forças Armadas (127).
Entre as agências reguladoras, há oportunidades para a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), com 70 vagas, a Agência Nacional de Mineração (ANM), com 80, e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com 50.
Saúde, cultura e educação
Na área da saúde, o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) terá 94 vagas, o Instituto Nacional do Câncer (Inca), 78, e o Instituto Nacional de Cardiologia (INC), 75. O Instituto Evandro Chagas (28) e o Centro Nacional de Primatas (25) também foram contemplados.
Já no setor cultural e educacional, a distribuição inclui o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), com 60 vagas, a Fundação Nacional das Artes (Funarte), com 28, a Fundação Biblioteca Nacional, com 14, e a Escola Nacional de Administração Pública (Enap), com 21.
Ministérios e condições para nomeação
Também há vagas em ministérios estratégicos, como o Ministério da Fazenda (30), o Ministério das Cidades (15) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário (64), além de estruturas menores como a Fundação Palmares (10) e o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (50).
A portaria estabelece que as nomeações dependem de duas condições: existência de vagas no momento da convocação e disponibilidade orçamentária conforme a Lei Orçamentária Anual e a Lei de Diretrizes Orçamentárias. Cada órgão será responsável por conduzir as etapas finais, incluindo a publicação de editais e atos administrativos próprios, o que pode gerar variação nos cronogramas.
