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"A menina que matou seus pais" este ano estreia dois filmes sobre o caso Richthofen

“A menina que matou seus pais” e “o menino que matou meus pais” são os nomes dos longas. Cada um irá contar uma perspectiva da história

Beatriz Benedeti - Hojemais Três Lagoas
02/02/20 às 12h30
Suzane Von Richthofen / Atriz Carla Diaz (Reprodução/Patrícia Kogut)

O caso Richthofen é um dos casos de homicídio mais famoso do pais, que teve duas vítimas, Manfred e Marísia von Richthofen. O crime chocou todos pela sua perversidade, já que um dos condenados foi a filha do casal, Suzane Von Richthofen, junto com os irmãos cravinhos.  

O crime aconteceu no final de 2002 e já estava sendo planejado a algum tempo pelos autores, que foram condenados em 2006 a quase 40 anos de prisão. 

O homicídio repercutiu tanto que irá estrear dois filmes contando seus acontecimentos, um será intitulado “A menina que matou seus pais” e o outro “o menino que matou meus pais”. 

Já acabaram as gravações do longa que tem previsão de estreia para o primeiro semestre desse ano. De acordo com o produtor Marcelo Braga, os filmes terão sessões alternadas e irão contar um ponto de vista diferente da mesma história. 

Imagens do filme (Reprodução/odia.ig)
Imagens do filme (Reprodução/falauniversidades)

“A menina que matou meus pais” terá a perspectiva de Suzane (interpretada pela atriz Carla Diaz) e mostrará desde seu primeiro encontro entre o casal de assassinos, em 1999, até a condenação do trio em 2006. “O menino que matou meus pais” mostra o ponto de vista de Daniel Cravinhos (interpretado pelo ator Leonardo Bittencourt).  

Os filmes têm direção de Maurício Eça. O roteiro foi escrito pela criminóloga e escritora Ilana Casoy. 

“Fazer esse projeto foi um grande desafio, pois filmamos ao mesmo tempo dois longas, duas versões, dois pontos de vista sobre uma história. E para fazer isso, tivemos de pensar em todos os detalhes, sejam eles visíveis - direção de arte, figurino - ou invisíveis, incluindo aqui, principalmente, o não ditoFilmar dois filmes ao mesmo tempo exigiu muita concentração de toda a equipe e dos atores”, explica Eça em um comunicado divulgado à imprensa. 

O orçamento para a produção dos filmes ficou em R$ 8 milhões, valor alto para as produções cinematográficas nacionais. Recebeu em torno de R$2 milhões do Fundo Setorial do Audiovisual. Os produtores financiaram os longas com o próprio dinheiro, abrindo mão da verba pública. 

*Com informações do Adoro Cinema e da Veja  

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