Na noite de ontem, o recurso impetrado pelo advogado da empresa, Rodrigo Gonçalves Pimentel foi deferido. A defesa sustentou que não cabe ao juiz à análise de viabilidade financeira e novos dados sobre a retirada de valores pelos sócios, com casos em que o valor do pró-labore foi de 1,23% do faturamento.
Conforme o Campo Grande News, na decisão do desembargador, ele sustentou que não cabe ao juiz decidir sobre a viabilidade econômica do plano de recuperação judicial, tampouco a respeito da concessão da recuperação judicial. Ou seja, cabe avaliar apenas se foram preenchidos requisitos legais, e só então a recuperação judicial deve ser concedida pelo magistrado.
De acordo com a administradora judicial Pradebon e Cury, atualmente são 750 credores e a previsão é que a dívida alcance R$ 100 milhões. Era feito um levantamento sobre os bens para que fossem levados, futuramente, a leilão. Funcionários da Bigolin relataram ao Campo Grande News atraso salarial.
* Campo Grande News
