Na última quinta-feira, 7 de setembro, o Brasil foi novamente declarado livre do sarampo pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), após cinco anos de intensa vigilância e campanhas de vacinação.
Essa conquista notável reflete um esforço coordenado para aumentar a cobertura vacinal em todo o país e responder rapidamente a casos suspeitos da doença.
O alarme soou em 2019, quando o Brasil perdeu o status de livre do sarampo conquistado em 2016, devido à queda nas taxas de vacinação e ao aumento de casos importados. Desde então, o governo, em colaboração com organizações de saúde e a sociedade civil, conduziu campanhas de vacinação em massa que lograram elevar as taxas de imunização. O último caso de transmissão local foi registrado em junho de 2022, no estado do Amapá.
Especialistas enfatizam a necessidade de manter e até aumentar as taxas de vacinação, além de implementar uma vigilância epidemiológica robusta como medidas essenciais para sustentar essa condição. A realidade mundial, no entanto, permanece desafiadora, com a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertando sobre um aumento de 79% nos casos de sarampo globalmente em 2023, com 300 mil novos casos registrados.
Com informações adicionais Jovem Pan*
