Com o objetivo de incentivar pequenos empresários locais a deixarem a informalidade para usufruírem de benefícios previdenciários, a Sala do Empreendedor do SEBRAE Regional de Três Lagoas, localizada na Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (SDECT), da Prefeitura Municipal, divulgou nesta semana mais um Case de Sucesso de Micro Empreendedor Individual (MEI).
Como tantos outros empresários, Arlette Rodrigues sempre teve o sonho de ser dona do seu próprio negócio. Viu no pai, marceneiro aposentado, nascer a paixão pelo artesanato ao vê-lo criar peças com seu talento e dedicação.
Alguns anos depois, começou a presentear os amigos com as peças que fazia e, percebendo que todos gostavam do seu trabalho, começou então a vender sua produção. “Foi aí que surgiu o desejo de ter meu próprio negócio com tudo legalizado. Procurei o Sebrae, juntamente com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, para os procedimentos que deveria seguir para me tornar microempreendedora individual” - explica.
E foi usando seu dom que Arlette deu vida à loja de artigos religiosos e artesanatos “Santa Maria”, com vários artigos religiosos, além das peças criadas pela empresária e das restaurações de imagens.
Como funciona o MEI
O Microempreendedor Individual (MEI) é a pessoa que trabalha por sua conta e se legaliza como Microempreendedor. Para se enquadrar na categoria, a pessoa deve ter como limite um faturamento anual de R$ 60 mil.
A Lei Complementar nº 128, de 19/12/2008, foi a responsável por criar a possibilidade do trabalhador informal se legalizar, pagando a mensalidade de R$ 47,85 (Comércio), R$ 52,85 (Comércio e Prestação de Serviços) e R$ 51,85 (Prestação de Serviços).