(Foto: Divulgação/Motoshow)
O Dia Mundial do Rock, comemorado neste domingo, 13 de julho, foi celebrado em alto e bom som em Três Lagoas, com o encerramento de um dos maiores eventos motociclísticos e culturais do interior sul-mato-grossense: o Motoshow 2025. Ao longo de quatro dias, o evento reuniu música, manobras, gastronomia, integração social e solidariedade, marcando a data com o espírito rebelde e vibrante que o rock representa.
A escolha da data não poderia ser mais simbólica. O Dia do Rock, criado em homenagem ao festival Live Aid de 1985, encontrou no Motoshow um palco perfeito para exaltar o gênero musical que atravessa gerações. A 22ª edição do evento contou com entrada gratuita, estrutura ampliada, quatro palcos simultâneos, pista para manobras e um Lounge Premium com DJ, além, é claro, de uma programação intensa recheada de rock.
Shows de peso marcaram o fim de semana
A festa começou já na quinta-feira com a banda CPM 22, que incendiou o palco principal diante de uma multidão. A sexta-feira trouxe nostalgia e clássicos com o show da RPM – O Legado, arrancando aplausos dos fãs mais antigos do rock nacional.
No sábado, 12, véspera do Dia do Rock, que a cidade vibrou ao som do Tributo ao Nirvana, um dos momentos mais aguardados do festival, seguido pela performance energética e irreverente de Supla, ícone do rock alternativo brasileiro. A noite ainda teve espaço para o humor escrachado e saudoso com a apresentação da Banda Mamonas Cover, que agitou o Lounge até altas horas.
No domingo, data oficial da celebração do rock, o evento trocou guitarras por generosidade com a realização da Costelada Beneficente, promovida pela Paróquia Nossa Senhora do Carmo. A ação reuniu centenas de pessoas e teve sua renda revertida para a construção da sede da igreja, encerrando o festival com um gesto de empatia e compromisso social.