A cena cortava o coração. No início deste mês de setembro, no Bairro Vila Nova, em Três Lagoas, um gatinho de pelagem estilo siamês foi encontrado em situação extrema. O pequeno felino, que mais tarde seria batizado de Branquinho, já estava com os olhos severamente infeccionados e sofria com o ataque de moscas varejeiras.
A mobilização para salvar a vida do animal começou rápido. Através da Associação Protetoras de Três Lagoas (Protetoras TL), doações garantiram a consulta e o início do tratamento veterinário. Ele fez exames, foi castrado e iniciou o tratamento de uma úlcera no olhinho. "Felizmente, a visão foi preservada", comemoraram as protetoras.
Mas um novo obstáculo surgiu: encontrar um lar temporário para abrigá-lo. Branquinho é FeLV positivo, o que exige um lar sem outros gatos ou adequado para animais com o vírus. Após dias de mobilização, a ONG conseguiu uma acolhida. "Nosso muito obrigada a todos que compartilharam, ajudaram e se mobilizaram", publicaram.
Agora, o desafio é financeiro. Entre internação, procedimentos, exames, castração, medicamentos e ração, os custos já somam aproximadamente R$ 1.900. E a conta continua crescendo.
