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Deputados chegam a consenso pela Mesa Diretora da Assembleia Legislativa

O deputado estadual Zé Teixeira (DEM) confirmou na tarde desta segunda-feira (26), a existência de consenso na composição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, cuja eleição ocorrerá em 1º de fevereiro, logo após a posse dos parlamentares que atuarão na legislatura que começa este ano.

Conjuntura Online
26/01/15 às 22h44

O deputado estadual Zé Teixeira (DEM) confirmou na tarde desta segunda-feira (26), a existência de consenso na composição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, cuja eleição ocorrerá em 1º de fevereiro, logo após a posse dos parlamentares que atuarão na legislatura que começa este ano.  

Pela manhã, Zé Teixeira participou de reunião com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), na Governadoria, juntamente com outros 22 colegas, na qual foram discutidos vários assuntos, entre os quais, a eleição da Mesa. Apenas o tucano Flávio Kayatt (PSDB) não participou. 

Apesar disso, o democrata garantiu que a eleição não foi discutida no encontro na Governaria.

“A reunião não discutiu a composição da Mesa. O governador nos passou uma radiografia do Estado. Agora, o consenso existe há muito tempo”, declarou Zé Teixeira, confirmando integrar a chapa única na condição de 1º secretário, tendo o deputado Junior Mochi (PMDB) como presidente. 

Pelo acordo consensual, o deputado Onevan de Matos (PSDB) deve ser eleito 1º vice-presidente da Mesa da Assembleia, enquanto o petista Pedro Kemp (PT) o 2º secretário. A 3ª vice-presidência e a 3ª secretaria devem ser confirmadas no decorrer desta semana. 

À imprensa, alguns parlamentares que participaram da reunião com Reinaldo Azambuja foram mais evasivos e disseram que a definição sobre a Mesa voltaria a ser discutida em outro encontro marcado para esta terça-feira (27). 

No entanto, o democrata revelou que o processo sucessório da Assembleia está encaminhando, embora faltem pequenos detalhes para acomodação de um partido ou outro na  Mesa Diretora. 

 “O que o governador Reinaldo Azambuja nos tem dito há muito tempo é que espera uma eleição com muita ética, que espera um entendimento, uma eleição harmônica com a participação de todos os partidos. Agora, o que ele transmitiu foi à radiografia do Estado, que está muito difícil. A recessão veio. Como você começa o ano com um aumento de repasse para todos os poderes e tendo de reajustar o salário dos professores, é complicado”, expôs o parlamentar que exercerá o seu sexto mandato consecutivo a partir do dia 1º. 

Zé Teixeira referiu-se, embora sem citar o nome do antecessor, a manobra estratégica feita pelo então governador André Puccinelli (PMDB) na tentativa de engessar o primeiro ano do governo tucano. 

Por causa disso, Reinaldo Azambuja está tentando desatar o nó que seu antecessor deu por meio de diálogo com a Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação), que cobra o reajuste de 25,42% concedido no apagar das luzes do governo André Puccinelli. 

REVÉS  

Em princípio, Zé Teixeira tinha a preferência de Reinaldo Azambuja para ser o sucessor do presidente Jerson Domingos (PMDB). No entanto, o nome de Mochi ganhou força depois que o comando regional do PT baixou uma resolução proibindo que os seus quatro representantes na Assembleia votassem em deputados de partidos (PSDB, DEM e PPS) que foram decisivos na eleição do governador tucano. 

Outros deputados, como Onevan de Matos, Mara Caseiro (PTdoB) e Paulo Corrêa (PR) ensaiaram suas candidaturas. Entretanto, seus projetos não prosperaram. 

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