“Está fora de cogitação”. Foi o que respondeu o deputado estadual Eduardo Rocha (PMDB) ao ser questionado pelo Hojemais sobre a possibilidade de o seu partido compor a chapa majoritária do PSDB como candidato a vice-prefeito de seu colega de Assembleia Legislativa, o tucano Ângelo Guerreiro.
Não significa, porém, segundo o deputado, que o partido será intransigente a ponto de não abrir mão de ser cabeça de chapa. “Tudo é possível”, afirmou, garantindo que os peemedebistas estão coesos em relação aos interesses do partido e às decisões que foram tomadas.
Informalmente, diz que já vem conversando com alguns partidos visando montar a coalizão para o pleito de 2016, entre os quais, o PDT e PSB, que tem sido parceiros nas eleições anteriores.
Como em entrevistas anteriores, o deputado reforçou que o partido possui vários quadros com potencial para disputar as eleições majoritárias, dentre os quais, vereadores, empresários, profissionais liberais e representantes de entidades de classe. Além disso, reiterou a intenção de ampliar a bancada na Câmara Municipal que, atualmente é de quatro vereadores.
ESCRITÓRIO
Em recente reunião da cúpula estadual para discutir o processo sucessório de 2016, visando o lançamento de candidatos a prefeito em Campo Grande e nos demais municípios do Estado, o PMDB decidiu que irá mapear as bases para medir a densidade eleitoral do prefeitáveis. Eduardo Rocha, que ficou responsável pela sondagem em Três Lagoas e região - Inocência, Cassilândia, Paranaíba e Água Clara –, monta aqui o seu escritório político a partir de agosto.
A partir de então, afirma que estará mais vezes na cidade com a finalidade de tomar pé da situação e, principalmente, atender às demandas de seu mandato, que, segundo ele, cresceu muito nesta legislatura. “Vou fazer aquilo que eu gosto: muita política”, explicou. Questionado se está previsto algum ato de filiação para, disse que, por enquanto, não, mas que inúmeras ações serão desenvolvidas.