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Vander e Idevaldo reúnem petistas para debater reforma política

Deputado defende financiamento público de campanha e fim das coligações proporcionais

Hojemais - João Maria Vicente
07/05/13 às 07h57
Deputado Vander entre o presidente do PT, Nivaldo Reis e o vereador Idevaldo Claudino (João Maria Vicente)

A convite do vereador Idevaldo Claudino (PT), na tarde de ontem (6), por volta das 16 horas, a militância do Partido dos Trabalhadores ser reuniu no plenarinho da Câmara de Vereadores, para ouvir o deputado federal Vander Loubet (PT) falar sobre a reforma política, para a qual o partido pretende recolher 1,5 milhão de assinaturas. A meta é apresentar uma emenda de iniciativa popular legislativa para instituir o financiamento público de campanha, voto em lista preordenada, aumento da participação feminina nas candidaturas e convocação de uma Assembleia Constituinte exclusiva sobre a reforma. 

A previsão é que a coleta de mais de 1,5 milhão de assinaturas esteja pronta em fevereiro de 2014, mas a apreciação do projeto só deverá ocorrer na próxima legislatura. Um dos motivos de sua vinda a Três Lagoas foi explicar o projeto à militância e incentivá-la a sair às ruas em busca do cumprimento da meta. 

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Militância petista presente no plenarinho da Câmara (João Maria Vicente)

REFORMA

O item em que Loubet mais enfatizou foi a questão do financiamento público exclusivo para campanhas, que considera a melhor maneira de combater a corrupção, o abuso do poder econômico e até uma forma de baratear a eleição. Considerando que “se está judicializando tudo”, ele chama a atenção para o fato de que cerca de 20% dos prefeitos poderão ser cassados em MS, por abuso do poder econômico durante a campanha eleitoral. 

A proposta petista inclui como segundo ponto a mudança da lei eleitoral para criação de listas partidárias, com alternância e paridade entre homens e mulheres.

Defende ainda a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte exclusivamente para fazer a reforma política. 

Vander defendeu também o fim das coligações proporcionais. Segundo ele, os partidos pequenos acabam “chantageando” as grandes legendas, por conta de 15 segundo no horário eleitoral. Por fim, debateu sobre os critérios para a escolha do suplente de senador que, em sua opinião, também precisa ser resolvida, uma vez que um terço dos atuais senadores não foram eleitos.

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