O presidente da Câmara de Três Lagoas, vereador Jorginho do Gás, abriu a caixa de ferramenta na noite de ontem (12), durante sessão ordinária, para justificar os motivos pelos quais estaria sendo “perseguido” pelo grupo de Comunicação RCN. Segundo ele, os ataques são retaliações pelo fato de não ter assinado contrato para divulgação dos trabalhos da Câmara com o grupo, devido aos valores exorbitantes da proposta. “Será que se eu tivesse aceitado tal proposta eles estariam me massacrando desta forma”, questiona o parlamentar, depois de expor cópia de e-mail a ele endereçados pelo grupo com as propostas, que caíram drasticamente, mas, ainda assim, de acordo com o vereador os valores eram astronômicos e incompatíveis com o orçamento da Casa.
Também de posse de documentos, Jorginho aproveitou a ocasião para trazer à tona uma denúncia de irregularidades na celebração de contrato da Fundação Stênio Congro – que faz parte do grupo – com o poder público que envolver valores que superam meio milhão de reais.
O vereador disse estar ciente de que vai “apanhar bastante até as eleições do ano que vem”, mas garante que não tem o que temer e que tem muito mais “verdades” para dizer sobre “essa imprensa ética”, ironizou.
Matéria completa na edição impressa desta quinta-feira (14).