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Só no Brasil existem cerca de 70 linhas de crédito, públicas e privadas, para quem quer investir em sistema fotovoltaico

Francis Polo*
28/11/20 às 17h08

A energia solar fotovoltaica acaba de ultrapassar 7 gigawatts (GW) de potência instalada no Brasil, impulsionada pela geração distribuída em residências, comércio, área rural, indústria, entre outros. Os dados são da ABsolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica).

Os consumidores residenciais e o setor de comércio e serviços representam 76% do total dos empreendimentos de geração distribuída solar fotovoltaica, seguidos dos consumidores rurais (13,2%), indústrias (8,9%), poder público (1,2%) e outros tipos, como serviços públicos (0,1%) e iluminação pública (0,02%).

Junto com a capacidade instalada dos projetos vencedores dos leilões de energia do governo (geração centralizada), de 3 MW, o segmento acumula investimentos de R$ 35 bilhões desde 2012.

Os números são grandiosos e tendem a aumentar, pois está cada vez mais fácil adquirir um sistema fotovoltaico. Só no Brasil existem cerca de 70 linhas de crédito, públicas e privadas, para quem quer investir nesse tipo de energia limpa e renovável.

Atualmente, as usinas solares de grande porte são a 7ª maior fonte de geração do Brasil, com empreendimentos em operação em nove estados brasileiros, nas regiões Nordeste (Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte), Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) e Centro-Oeste (Tocantins).

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Com o setor em crescimento, também recebemos a boa notícia de que pela primeira vez o país está na lista dos dez países que mais geraram empregos no mundo dentro do mercado de energia solar fotovoltaica em 2019. Foram 43 mil novos empregos, de acordo com um relatório recente da Irena (Agência Internacional de Energia Renovável). Isso nos deixa na oitava posição, à frente de países tradicionais como Alemanha e Reino Unido.

Essas marcas históricas que temos atingido reforça a nossa preocupação com a necessária profissionalização do setor para crescermos ainda mais, de forma responsável para que em um futuro próximo, o consumidor que já se mostra mais preocupado com a sustentabilidade, possa aproveitar ainda mais todo o potencial que as fontes de energia renováveis têm a oferecer.

(Foto: arquivo pessoal)


*Francis Polo é empresário do setor fotovoltaico em Araçatuba (SP).

** Este texto é de responsabilidade do autor e não reflete, necessariamente, a opinião deste veículo de comunicação.

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