Altas temperaturas e muita chuva. As características do verão, entre os meses de dezembro e março, são propícias ao aparecimento de escorpiões, exigindo cuidados redobrados da população.
Em 2022, foram 3.205 ataques registrados desse animal, 1.101 em Campo Grande. Para evitar novos casos, o Civitox (Centro Integrado de Vigilância Toxicológica) recomenda uma série de medidas como manter os terrenos limpos, retirar entulhos, deixar o ambiente sempre limpo, livre de insetos e ratos e evitar o acúmulo do lixo doméstico e material de construção.
Em Três Lagoas, até novembro de 2022, houve registro de 248 casos, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Isso gera uma média de 22 acidentes com o animal peçonhento por mês no ano, sendo um aumento de 119% se comparado com os números registrados no ano retrasado, 2021.
Em caso de acidentes é recomendável lavar o local com água e sabão e ir para a unidade de saúde mais próxima. Os sintomas podem ir de dor local e dormência a salivação, vômito, fraqueza, convulsões, batimentos do coração lentos, dificuldade respiratória e choque.
Atuando desde 1981, o Civitox, que é um setor da SES (Secretaria de Estado de Saúde), é composto por médicos, médica veterinária, biólogos e enfermeiro. A equipe oferece capacitação para profissionais e orientação, informação, consultoria e diagnóstico contribuindo com o tratamento dos casos relacionados às intoxicações (envenenamentos) em humanos e animais.
Na cidade, caso um cidadão seja atacado por um escorpião, deve entrar em contato com o CCZ pelo telefone (67) 3929-1803 ou endereço Rua Egídio Thomé, 5562, bairro Jupiá, das 07h às 11h e das 13h às 17h.
