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MS bate recorde de trabalhadores ocupados e registra 7º maior rendimento do país

Os números reforçam o avanço do mercado de trabalho sul-mato-grossense. Em 2025, o Estado contabilizou 825 mil homens e 638 mil mulheres ocupadas, superando as 1,41 milhão de pessoas ocupadas registradas no ano anterior.

Da Redação
12/05/26 às 09h13
(Foto: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo)

Mato Grosso do Sul alcançou, em 2025, o maior número de pessoas ocupadas da série recente, com 1,46 milhão de trabalhadores, crescimento de 4% em relação a 2024, segundo dados da PNAD Contínua – Rendimento de Todas as Fontes 2025, divulgada pelo IBGE.

O levantamento mostra ainda que o Estado registrou o 7º maior rendimento médio mensal do país, com média de R$ 3.727, além de uma massa mensal de renda recorde, estimada em R$ 6,75 bilhões.

Os números reforçam o avanço do mercado de trabalho sul-mato-grossense. Em 2025, o Estado contabilizou 825 mil homens e 638 mil mulheres ocupadas, superando as 1,41 milhão de pessoas ocupadas registradas no ano anterior.

Outro destaque é o aumento da participação do trabalho na composição da renda familiar. Segundo a pesquisa, o rendimento proveniente do trabalho passou a representar 80,7% do total domiciliar per capita, acima dos 79,5% registrados em 2024, enquanto aposentadorias, pensões e programas sociais tiveram redução proporcional.

Para o secretário da Semadesc, Artur Falcette, os resultados refletem o ambiente econômico consolidado nos últimos anos no Estado.

Segundo Falcette, os dados também ajudam a explicar o desempenho de Mato Grosso do Sul na dimensão Capital Humano, em que o Estado aparece como o 2º melhor do país, conforme o Ranking de Competitividade dos Estados 2026 – Eleições, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP).

Bolsa Família recua e escolaridade impacta renda

O levantamento do IBGE também apontou queda no percentual de domicílios atendidos pelo Bolsa Família. Após atingir 13% em 2024, maior índice da série, o percentual caiu para 9,5% em 2025, o equivalente a 102 mil domicílios.

Com isso, Mato Grosso do Sul aparece com o 5º menor percentual de beneficiários do país, abaixo da média nacional, de 17,2%.

A pesquisa reforça ainda a relação entre escolaridade e renda. No Estado, pessoas com Ensino Superior completo recebem, em média, R$ 6.632, valor mais de três vezes superior ao rendimento médio de quem não possui instrução formal, estimado em R$ 1.824.

Os dados consolidam Mato Grosso do Sul como um dos estados com melhor desempenho econômico e avanço na geração de emprego e renda no país.

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