Para o Coordenador do Conselho Tutelar, Daniel Rosa Batista, o órgão é subordinado à lei, e é autônomo justamente para exercer as suas atividades sem influência.
Batista pontua que a primeira versão do documento constava algumas minutas que divergiam do embasamento das leis federais, estes pontos foram debatidos com o corpo jurídico da Câmara, os critérios determinados pela lei foram inseridos no projeto que pode ir para a votação em plenário.
O presidente da Câmara, André Bittencourt (PSDB), disse que os vereadores conversaram com os representantes do CMDCA e com o Conselho Tutelar e durante estes debates foram traçadas as alterações que poderiam ser feitas naquele momento.
André pontuou que chegaram a um denominador comum, houve diálogo entre as partes e a câmara estará de portas abertas para que novas mudanças sejam realizadas, em caso de necessidade, mas que essas devem ser feitas com antecedência, para que os vereadores tenham tempo hábil para analisar o projeto.
