Se as eleições municipais que acontecem no próximo mês de outubro fossem realizadas hoje, em Três Lagoas o deputado estadual Angelo Guerreiro (PSDB) seria eleito com 48,96% dos votos dos 75.952 eleitores do município.
É o que aponta pesquisa realizada pela Compope (Consultoria e Gestão em Marketing), da empresa W.E Mendonça Consultoria-ME, e divulgada pelo Hojemais. Guerreiro lidera em todos os cenários apresentados, tanto na modalidade espontânea quanto na estimulada.
Já no quesito rejeição, quando o entrevistado é consultado sobre em quem não votaria de maneira nenhuma, quem lidera é o vereador Jorge Martinho (PSD), com 14,24%, enquanto que o advogado Rógerson Rímoli (PDT) apresenta a menor rejeição, com 3,13%. Neste cenário, 58,33% não souberam responder ou não responderam.
No primeiro cenário, Guerreiro está com 48,96%, seguido de NS/NR (Não sabe ou não responderam) com 28,47% e Fabrício Venturoli (PROS) vem com 5,90%. Neste cenário é incluído também nos nomes de Gilmar Tosta (5,90%) e Cícero de Souza (4,51%), ambos do PSB; o vereador petebista Idevaldo Claudino (2,43%), o vereador do PSD Jorge Martinho (2,43%) e o Rógerson Rímoli (1,39%), do PDT.
No cenário 2, Guerreiro lidera com 48,61%, NS/NR (30,90%); Gilmar Tosta tem 7,64%, Fabrício Venturoli aprece com 6,94% , seguido de Jorge Martinho com 3,82% e fechando a lista, Rógerson Rímoli vem com 2,08%.
Está é a primeira de uma série de sondagens que o Compope fará e será divulgada pelo Hojemais nas próximas edições, ao longo do processo eleitoral de 2016.
Conforme informou o empresário Wesley Mendonça, os dados estão distribuídos proporcionalmente por sexo, idade, grau de instrução e nível econômico do entrevistado, compondo um universo representativo do eleitor de Três Lagoas. Segundo ele, embora os nomes apresentados estejam na condição de pré-candidatos - podendo, portanto, sofrer alteração -, com o quadro atual de pretendentes ao cargo de prefeito já é suficiente para sondar a escolha do eleitor.
Registrada no TRE-MS sob o número MS-04216/2016, a pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 24 de maio deste ano, tendo entrevistado 288 eleitores. A margem de erro é de 5,9% e o nível de confiança é de 95%.
Legislação exige o registro de pesquisas
Desde o dia 1º de janeiro de 2016, as empresas que realizam pesquisas eleitorais relativas às eleições municipais deste ano estão obrigadas a registrar as informações na Justiça Eleitoral, conforme prevê a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97 – artigo 33).
De acordo com a Resolução TSE nº 23.453, publicada em 15 de dezembro de 2015, esse registro deve ocorrer por meio do PesqEle – Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais.
Ainda que as empresas tenham feito cadastro nesse sistema em eleições anteriores, o cadastro para as eleições de 2016 deve ser efetuado novamente no sistema.
É importante lembrar que a Justiça Eleitoral não realiza qualquer controle prévio sobre o resultado das pesquisas, tampouco gerencia ou cuida de sua divulgação. Qualquer questionamento referente às pesquisas deve ser feito por meio de representação, que será analisada pelo juiz eleitoral da localidade em que a pesquisa foi realizada, ou seja, a Justiça Eleitoral só agirá caso seja provocada.
As pesquisas poderão ser divulgadas até o dia da eleição, conforme prevê o Calendário Eleitoral.
Os interessados em acessar as pesquisas podem consultar o site do TSE na opção Eleições 2016 – Pesquisas Eleitorais. Nesse link estão disponíveis as informações de cada pesquisa de acordo com o município registrado. É possível fazer a busca pelo nome da cidade.
Compope: duas décadas de credibilidade
A Compope (Consultoria e Gestão em Marketing), da A W.E Mendonça – Consultoria MS é uma das três empresas de Mato Grosso do Sul que estão aptas realizar pesquisas eleitorais para as eleições 2016. Isto segundo dados do Conre-3 - Conselho Regional de Estatísticas da 3ª Região (SP, PR, MT e MS). As outras duas empresas sul-mato-grossenses são a AF Barbosa e o Ipems.
No mercado desde 1996, a WE Mendonça (Compope) é referência no mercado de pesquisa e informação nas áreas de opinião pública, produtos e serviços, comunicação, consumo, política, entre outras.
Por meio de estudos customizados, qualitativos e quantitativos, além de relatórios detalhados que atendem às necessidades dos clientes e os orientam a tomar decisões estratégicas, a WE abrange vários segmentos do mercado, com foco nas áreas de inovação, comportamento, percepção e tendências.