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Prefeito de Nova Alvorada do Sul deverá presidir a Assomasul

Entre as principais pautas da nova gestão, Juvenal Neto apontou a discussão sobre o repasse do ICMS

Da redação
09/01/15 às 21h38
O prefeito tucano Juvenal Neto

Após diálogo entre os partidos e consórcios intermunicipais, os candidatos a presidência da Assomasul (Associação dos Municípios do Mato Grosso do Sul) entraram em um consenso, e resolveram fazer uma chapa única, tendo o prefeito de Nova Alvorada do Sul, Juvenal Neto (PSDB), como presidente da instituição.

O então candidato, o prefeito de Amambai, Sérgio Barbosa (PMDB), resolveu desistir da disputa e em troca a sua legenda vai ficar com a Secretaria Geral, Tesouro Geral e Assuntos Municipalistas da Assomasul. Já a vice-presidência deve ficar com o PT, tendo como favorito ao cargo o prefeito de Jardim, Erney Cunha (PT).

Este acordo entre os candidatos teve a participação das legendas e dos consórcios intermunicipais, que possuem discussão em vários temas em comum, como a questão dos resíduos sólidos. A intenção era evitar um novo desgaste eleitoral, após as eleições estaduais do ano passado. Nesta composição haverá espaço para 19 cargos.

De acordo com o futuro presidente da Assomasul, o fato de fazer parte do mesmo partido (PSDB) do governador Reinaldo Azambuja, permite a vantagem de um acesso melhor, porém ele ressaltou que vai defender os interesses da instituição. “Embates serão naturais e vamos buscar o melhor para os municípios”.

Entre as principais pautas da nova gestão, Juvenal Neto apontou a discussão sobre o repasse do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), transporte escolar, recursos do Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de MS) e cobranças ao governo federal.

“Queremos saber sobre as ações do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), se vai ser esperança ou se irá se tornar realidade nos municípios pequenos”, disse ele.

Sobre o repasse do ICMS, o novo presidente quer que o Estado tenha mais transparência no cálculo do imposto, assim como tornar as regras mais claras para definição dos valores. “Precisamos de um diálogo maior, a diminuição de repasse aos municípios surpreendeu, Campo Grande teve queda de R$ 36 milhões”.

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