Em relação às emoções, fomos ensinados a fingir, a negar, a controlar, a aguentar; a fugir do encontro consigo.
Muitos adultos colecionam responsabilidades, mas não conseguem lidar com seus afetos.
Administram empresas, mas não conseguem administrar suas angustias.
Tem formação, graduação, expertise, mas não têm letramento emocional.
E esse é o grande desafio desse tempo.
A correria da vida tem feito as pessoas negligenciarem suas emoções. Estar muito ocupado tem sido bastante eficiente para não escutarmos determinadas perguntas:
O que eu estou sentindo?
O que eu quero?
O que eu não quero mais?
O que, na minha vida, deixou de fazer sentido?
O que a minha caixinha emocional está me sinalizando?
Nem sempre a correria é apenas consequência de uma vida cheia. Às vezes, ela também é uma forma de não parar.
Porque parar pode fazer aparecer aquilo que o movimento constante consegue manter em silêncio.
Reflita!
Por uma cultura de cuidados com a Saúde Mental.
Setembro Amarelo: de Setembro a Setembro.
