No último domingo, 7 de fevereiro, os pilotos da Associação Automobilística Três-lagoense - AAT, esquentaram os motores de seus carros no primeiro treino do ano. Focada na disputa que acontece nos dias 20 e 21 de fevereiro na cidade de Ouroeste no interior do estado de São Paulo, a equipe treinou incansavelmente das 7h às 13 horas para estar 100% preparada para liderar a competição que envolve pilotos de vários municípios do Brasil.
Segundo o fundador e presidente da AAT, Rodrigo Rosalem, os treinos acontecem com a autorização da prefeitura e cumprindo todo protocolo de proteção por conta da pandemia do novo coronavírus. O local onde ocorre o treinamento dos pilotos é devidamente interditado para a segurança da equipe e da população, e somente os membros da Associação e mecânicos podem participar e assistir ao show de habilidade e rapidez dos pilotos que representam com maestria a cidade pelo país.
Atualmente com 46 membros, o esporte é um dos que mais crescem no mundo. Para participar desta modalidade esportiva, os pilotos fazem a adaptação de seus veículos, com motores e suspensão adequada para a prática de arrancada.
Rodrigo explicou que o objetivo da arrancada é iniciar a largada com dois carros lado a lado, assim, os competidores percorrem os 200 metros e o piloto que estiver com o menor tempo vencerá a disputa.
Os pilotos são obrigados a usarem equipamentos de segurança, como capacete, cinto de segurança cinco pontos, bancos concha, além de outros itens essenciais para a proteção durante a disputa.
Em Três Lagoas, conforme Rodrigo, os pilotos usam modelos de carro como Gol, Parati, Chevette, Uno e Opala. A modificação depende da categoria, uma vez que cada uma tem suas limitações.
Depois de assistir um vídeo de um racha em Três Lagoas que está circulando na internet, o presidente da AAT repudiou a atitude irresponsável dos envolvidos, e fez questão de reforçar que a Associação não compactua com rachas e que além de ser crime, os envolvidos neste tipo de crime podem pegar de seis meses até três anos de detenção. A prática além de perigosa, ainda coloca em risco a vida de outras pessoas e até do próprio motorista do veículo.
Assista um pouco do treino da AAT no vídeo abaixo:
