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Azambuja não descarta candidatura ao senado

O presidente regional do PSDB, deputado federal Reinaldo Azambuja, não descartou a possibilidade de disputar o Senado, mesmo com o anúncio do projeto “Pensando Mato Grosso do Sul” que fará um estudo sobre a viabilização de sair candidato ao Governo do Estado, mas a ideia de ser senador não sai da cabeça.

CORREIO DO ESTADO
22/04/13 às 10h16
Para Azambuja, o PSDB é a "noiva mais cobiçada" para as próximas eleições. (Divulgação)

O presidente regional do PSDB, deputado federal Reinaldo Azambuja, não descartou a possibilidade de disputar o Senado, mesmo com o anúncio do projeto “Pensando Mato Grosso do Sul” que fará um estudo sobre a viabilização de sair candidato ao Governo do Estado, mas a ideia de ser senador não sai da cabeça. A única certeza é de que os tucanos vão participar da chapa majoritária.

Azambuja também falou sobre possíveis alianças e reiterou que os tucanos estão sendo objeto de desejo tanto do PMDB, como do PT, mas que a decisão será tomada mais adiante e pelo conjunto do partido. “O PSDB passou a ser a noiva cobiçada. Os partidos estão nos procurando, mas esta decisão ninguém vai tomar ela sozinho”.

O presidente do PSDB disse ainda que existe a possibilidade de retomar a aliança com o PMDB, inclusive com os tucanos lançando o candidato a governador, mas deixou claro que seu partido também recebeu proposta do PT para repetir a aliança que já ocorreu no segundo turno das eleições para a prefeitura de Campo Grande, quando tucanos e petistas se uniram para apoiar Alcides Bernal (PP).

“Existe a possibilidade de aliança do PMDB, claro. Até o próprio PMDB colocou da possibilidade de vir nos apoiar para o Governo do Estado. Como existe também esta possibilidade de retomar uma aliança, um projeto comum junto com o PT aqui no Mato Grosso do Sul”, disse o parlamentar.

Ouvir mais

Azambuja afirmou que antes de tomar qualquer decisão o partido precisará percorrer o Estado e ouvir a população em todas as regiões e criticou decisões que são tomadas, muitas vezes, apenas pela cúpula dos partidos. “A classe política gosta muito de falar. E muitas vezes, não gosta de ouvir”, pontuou.

Para Reinaldo Azambuja, as discussões sobre a sucessão do governador André Puccinelli (PMDB) foram antecipadas e há muito caminho a ser percorrido antes de definir alianças políticas. “Nós “, ainda temos muito tempo para discutir isso. Foi antecipado esse debate eleitoral. Nós acabamos praticamente de sair de uma eleição municipal”, finalizou o deputado.

A entrevista foi publicada na edição desta segunda-feira (22), no jornal Correio do Estado.

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