Cotado entre os emedebistas para disputar uma cadeira na Câmara Federal, Eduardo Rocha (MDB) vai decidir, em fevereiro, se aceita o convite ou se disputa a reeleição para deputado estadual. Embora já estivesse preparando o terreno para concorrer à Câmara Alta, ele disse que ainda resta muito que fazer como deputado estadual como, por exemplo, trabalhar a industrialização da região e continuar com o trabalho de enfrentamento às drogas que, segundo ele, ainda não foi concluído.
A sua decisão, conforme explicou, passa por uma conversa com a senadora Simone Tebet (MDB) - sua esposa - e com o ex-governador André Puccinelli.
Em relação à sindicalista Jenir Neves e o ex-vereador Idevaldo Claudino, cotados para dobrar com ele como candidatos a deputado estadual numa eventual candidatura sua para federal, Rocha diz que já conversou com os dois, deixando-os livres para decidirem o rumo a tomar. Ou seja, terão todo o seu apoio, caso tenham o nome aprovado pelo diretório para disputarem o cargo e também estarão livres para trocar de legenda, caso seja necessário, para viabilizarem suas candidaturas.
Sobre sua possível candidatura a deputado estadual, disse que já conta com a promessa de apoio de alguns vereadores locais, como: Luciano Dutra (MDB), Sargento Rodrigues (PSC), Isabel Cristina (SD), Jorginho do Gás e Marisa Rocha (PSB).
PROJEÇÃO
Acreditando que a cidade terá inúmeros candidatos a deputado estadual, Eduardo observa que nenhum deles conseguirá ser eleito apenas com os votos de Três Lagoas. “Ninguém tem a força do Guerreiro” - avaliou, referindo-se ao prefeito Angelo Guerreiro, que obteve
22.447 votos em Três Lagoas quando foi eleito deputado estadual em 2014, com 29.534 votos.
Na avaliação de Rocha, para ser eleito deputado estadual, o candidato terá de sair com oito mil votos de Três Lagoas e viabilizar, pelo menos, 20 cidades com 500 votos em cada uma delas.