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Ex-prefeito de Três Lagoas é condenado por improbidade administrativa em contratos de coleta de lixo

Decisão judicial aponta irregularidades em contratações emergenciais que somaram mais de R$ 9 milhões; sentença ainda cabe recurso

Da Redação - Hojemais Três Lagoas
10/09/25 às 07h15
Guerreiro entraria na chamada Lei da Ficha Limpa, ficando inelegível por até oito anos.( Reprodução)

A Justiça de Mato Grosso do Sul condenou o ex-prefeito de Três Lagoas, Ângelo Chaves Guerreiro, e outros ex-gestores municipais por improbidade administrativa. O caso envolve a contratação da empresa Financial Construtora Industrial para serviços de coleta de lixo e operação de aterro, feita de forma emergencial e prorrogada repetidas vezes sem licitação.

De acordo com a sentença, a prática ultrapassou os limites legais previstos para situações emergenciais, resultando em contratos que superaram R$ 9 milhões. O Ministério Público apontou que outras empresas apresentaram propostas mais vantajosas, mas não foram contratadas.

Para o Judiciário, houve violação aos princípios da legalidade e da moralidade administrativa. As sanções aplicadas incluem ressarcimento ao erário, pagamento de multa, suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o poder público.

A decisão não é definitiva e ainda pode ser contestada por meio de recurso.

Consequências políticas  

A suspensão dos direitos políticos é um dos pontos mais sensíveis da sentença. Na prática, essa penalidade impede Ângelo Chaves Guerreiro de disputar cargos eletivos durante o período determinado pela Justiça. O detalhe ganha ainda mais relevância porque o ex-prefeito vinha anunciando sua intenção de concorrer a deputado estadual em 2026.

Com a condenação, a candidatura fica juridicamente comprometida. Ainda que haja possibilidade de recurso em instâncias superiores, o processo abre uma instabilidade política que pode afastar apoios e reduzir o espaço de articulação eleitoral do ex-prefeito.

Especialistas em direito eleitoral destacam que, se confirmada a condenação em segunda instância, Guerreiro entraria na chamada Lei da Ficha Limpa, ficando inelegível por até oito anos. O cenário coloca em xeque o futuro político do ex-prefeito, que, até então, era visto como um nome competitivo para a disputa na Assembleia Legislativa.

O caso, portanto, não se restringe às penalidades financeiras ou administrativas: ele tem peso direto no tabuleiro político de Mato Grosso do Sul e pode redefinir alianças e candidaturas para as eleições de 2026.

A Justiça de Mato Grosso do Sul condenou o ex-prefeito de Três Lagoas, Ângelo Chaves Guerreiro, e outros ex-gestores municipais por improbidade administrativa. O caso envolve a contratação da empresa Financial Construtora Industrial para serviços de coleta de lixo e operação de aterro, feita de forma emergencial e prorrogada repetidas vezes sem licitação.

De acordo com a sentença, a prática ultrapassou os limites legais previstos para situações emergenciais, resultando em contratos que superaram R$ 9 milhões. O Ministério Público apontou que outras empresas apresentaram propostas mais vantajosas, mas não foram contratadas.

Para o Judiciário, houve violação aos princípios da legalidade e da moralidade administrativa. As sanções aplicadas incluem ressarcimento ao erário, pagamento de multa, suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o poder público.

A decisão não é definitiva e ainda pode ser contestada por meio de recurso.

Consequências políticas 

A suspensão dos direitos políticos é um dos pontos mais sensíveis da sentença. Na prática, essa penalidade impede Ângelo Chaves Guerreiro de disputar cargos eletivos durante o período determinado pela Justiça. O detalhe ganha ainda mais relevância porque o ex-prefeito vinha anunciando sua intenção de concorrer a deputado estadual em 2026.

Com a condenação, a candidatura fica juridicamente comprometida. Ainda que haja possibilidade de recurso em instâncias superiores, o processo abre uma instabilidade política que pode afastar apoios e reduzir o espaço de articulação eleitoral do ex-prefeito.

Especialistas em direito eleitoral destacam que, se confirmada a condenação em segunda instância, Guerreiro entraria na chamada Lei da Ficha Limpa, ficando inelegível por até oito anos. O cenário coloca em xeque o futuro político do ex-prefeito, que, até então, era visto como um nome competitivo para a disputa na Assembleia Legislativa.

O caso, portanto, não se restringe às penalidades financeiras ou administrativas: ele tem peso direto no tabuleiro político de Mato Grosso do Sul e pode redefinir alianças e candidaturas para as eleições de 2026.

O que muda para Ângelo Guerreiro após a condenação?

Para o Judiciário, houve violação aos princípios da legalidade e da moralidade administrativa. ( Reprodução)

*Suspensão dos direitos políticos: pode ficar inelegível, dependendo da confirmação da sentença em instâncias superiores.

* Impacto eleitoral: inviabiliza, no curto prazo, a intenção já anunciada de disputar vaga de deputado estadual em 2026.

* Lei da Ficha Limpa: se confirmada a condenação em segunda instância, o ex-prefeito pode ficar fora das urnas por até oito anos.

*Repercussão política: fragiliza alianças, reduz poder de articulação e pode alterar cenários da eleição em Mato Grosso do Sul.

*Sanções adicionais: além da inelegibilidade, a decisão inclui ressarcimento ao erário, multas e proibição de contratar com o poder público.

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