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Governo do Estado vai cortar comissionados

O Governo de Mato Grosso do Sul reduzirá o número de funcionários comissionados e pretende rever contratos de serviços terceirizados, como parte de uma reforma administrativa anunciada antes das eleições municipais e, atualmente, em fase de estudos.

Redação
09/11/16 às 07h29
Reinaldo Azambuja, governador do Estado (Reprodução)

O Governo de Mato Grosso do Sul reduzirá o número de funcionários comissionados e pretende rever contratos de serviços terceirizados, como parte de uma reforma administrativa anunciada antes das eleições municipais e, atualmente, em fase de estudos. A confirmação foi feita na manhã de segunda-feira (7) pelo governador, Reinaldo Azambuja (PSDB).

Segundo o tucano, no entanto, o Executivo "não tem pressa" em executar sua reforma administrativa, que pretende diminuir secretarias e o tamanho do Estado. Ele lembrou que já fez redução de custos no começo da gestão, ou seja, em 2015, mas que fará uma nova rodada de medidas para conter gastos.

"Não temos pressa para lançar a reforma, estamos olhando o cenário nacional, com a possibilidade de estagnação da economia ou baixíssimo crescimento", disse Azambuja, durante o lançamento da pré-matrícula digital, no auditório da Governadoria. Ele aponta, no entanto, que as medidas são necessárias ao Estado.

"Estamos analisando como poderemos reformar a estrutura administrativa do governo, para economizar recursos. No início da gestão cortamos 30% dos cargos comissionados e agora teremos que cortar mais, porém precisamos ter cuidado, pois já estamos no limite", explicou o governador, ainda sem antecipar os números dos cortes a serem feitos.

Reinaldo adiantou que na mensagem a ser enviada à Assembleia Legislativa constará o detalhamento dos cortes de comissionados, assim como a revisão de terceirizados. O tucano tem dito que uma das principais preocupações ainda é o deficit da Previdência e que o Estado precisa de uma reforma o quanto antes.

Antes de assumir o mandato, Reinaldo em acordo com o então governador André Puccinelli (PMDB), já promoveu sua primeira reforma administrativa, reduzindo de 15 para 13 secretarias, onde algumas pastas deixaram de existir, outras tiveram fusão. Esta será a segunda mudança na estrutura do executivo.

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