A defesa da vereadora afastada Marisa Rocha (PSB) em nota oficial enviada ao Hojemais declarou que sua prisão foi um infortúnio e que a política foi pega em um turbilhão de situações em que sua única motivação era a de ajudar o próximo, como faz de costume durante toda a sua trajetória como vereadora.
A operação Themis deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) surgiu da ameaça a vida de um dos membros do Ministério Público por parte de Maika Luiza Gomes Romão de Almeida, cidadã esta que Marisa tentava ajudar a reaver o filho que perdeu a guarda.
Além do caso Maika, houve a prisão da prima de Marisa, Tatiana Barroso Ferreira de Souza Amede Machado, que solicitou o auxílio da família, para lhe fornecer suporte jurídico.
A defesa afirmou que desde a operação Themis, não foram encontradas evidências cabais que poderiam ligar Marisa a qualquer atividade delituosa e seu único vínculo as situações retratadas, a não ser o intuito de ajudar.
O advogado de Marisa, Juliano Rocha de Moraes, entrou com o pedido de Habeas Corpus, requerendo a decretação da liberdade preventiva da vereadora afastada e pontuou ainda que Marisa tem se colocado abertamente a disposição da justiça, certo de que ao final deste processo ela restará absolvida das acusações.
Confira nota na integra:
Temos que prisão da minha cliente, Marisa Andrade Rocha, fora infortúnio. Ela
foi pega num turbilhão de situações em que a única motivação dela, era de ajudar os outros.
A Operação Themis, que originou o processo criminal que Marisa responde,
surgiu da ameaça a vida de um dos membros do Ministério Público por parte de Maika Luzia Gomes Romão de Almeida, e como Marisa se sensibilizou com sua situação, tentou intervir para que a mesma pudesse reaver o filho que perdeu a guarda.
Além disso, nesse meio tempo, houve a prisão da prima de Marisa, Tatiana
Barroso Ferreira de Souza Amede Machado, que veio solicitar auxilio da família, para lhe fornecer suporte jurídico.
Dispomos que desde a operação Themis, não foram encontrados nenhuma evidencia cabal que poderia ligar Marisa Rocha a execução de qualquer atividade
delituosa, e seu único vinculo as situações retratadas, a não ser o intuito de ajudar, coisa que tem feito por toda sua carreira como Vereadora, e coisa de quem a conhece de verdade, sabe qual a sua conduta.
Já entramos com pedido de Habeas Corpus, requerendo a decretação de sua liberdade e dispomos que Marisa tem se colocado abertamente a disposição da justiça, certo de que ao final deste processo ela restará absolvida das acusações.
JULIANO ROCHA DE MORAES
OAB/MS 20.177