Em Três Lagoas, para participar da posse do médico Issam Fares no comando do PDT local, ocorrida às 19 horas, o Juiz Odilon de Oliveira, após entrevista coletiva, falou com exclusividade ao Hojemais, onde comentou sobre sua carreira de magistrado e as pretensões políticas.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de coligações de seu partido com vistas às eleições 2018, quando pretende concorrer ao cargo de governador de Mato Grosso do sul, ele diz que não faz objeção e cita Paulo Freira, cuja filosofia era de que ninguém se realiza sozinho e que qualquer partido tem de ser como a porta de uma igreja, ou seja, aberto. “O partido tem de ter o coração aberto; tem de ser de inclusão” - pregou. Sobre futuras coligações, disse que será conforme já foi combinado, decidida pelo próprio PDT.
“É evidente que, pelo meu passado, eu não subirei em palanque, ao lado de corruptos; eu estaria praticando uma negação de meu passado ao me aliar com uma pessoa que já foi caracterizada pela Justiça como corrupta” - afirmou. Para ele, tem de haver uma filtragem das pessoas que estarão ao seu lado. Em síntese, disse que vai examinar caso a caso. Isto, no caso de alguém que esteja envolvido em algum processo que não tenha transitado em julgado.
Ele explica que o projeto que está encabeçando visa o novo e que, como tal, tem de haver uma formatação ética e formatação moral.
Sobre os motivos para ter se aposentado, disse que é necessário ceder espaço para outros seguirem carreira na magistratura. Ele observa que trabalhou durante 56 anos, sendo dez na roça e 40 anos na Justiça, onde foi promotor de Justiça e juiz em seu Estado e juiz federal por três estados. “Trabalhei mais de meio século e quero uma oportunidade para continuar servindo à população e, para tanto, decidi ingressar na política” - disse. O pré-candidato aproveitou para enfatizar que não está procurando dias melhores para si, mas para o povo e que, se ganhar para governador, não vai considerar a vitória como um troféu, nem brilho pessoal e muito menos salário - pois já tem o seu que é muito bom. E completou que também não busca destaque visual, pois já tem isso até de sobra no Brasil inteiro.
SEGURANÇA
Sobre sua segurança tem uma vinculação com a sua atividade passada como magistrado. “Eu passei, aproximadamente, 40 anos no fronte, entre o crime organizado – principalmente o narcotráfico – servindo de trincheira, colocando minha vida e a da minha família em risco focando praticamente a minha vida familiar e minha vida social; agora, a situação se inverte e a sociedade tem de garantir a minha, pois eu cuidei da população durante toda minha juventude até os 68 anos de idade” - explicou. Por isso, diz que continuará tendo esta segurança, conforme decisão do Conselho Nacional de Justiça e que isso não atrapalhará a sua futura campanha. Depois de eleito, afirma que a segurança da Polícia Federal não será mais necessária.
PROJETO NOVO
Questionado sobre qual será o seu diferencial em relação aos demais candidatos, Odilon afirma que o seu projeto deve significar o novo, que resulta de uma leitura paciente e profunda e uma sondagem na vontade do povo. A sua campanha, segundo afirmou, vai se basear num lastro que se chama moralidade e ética. “Logicamente que, durante a campanha, vamos administrar apenas projetos e, depois de eleito, a execução do projeto vai se basear em princípios – que todo político deve conhecer – que é o da legalidade, que nós temos de ter no trato com a coisa publica; principio da impessoalidade, onde temos de diferenciar o que é publico, do que é privado; ou seja, o que é Estado e o que é Governo, além do princípio da eficiência e da transparência” - finalizou.
A sua segurança tem uma vinculação com a sua atividade passada como magistrado,. “Eu passei aproximadamente 40 anos no fronte, entre o crime organizado – principalmente o narcotráfico – servindo de trincheira, colocando minha vida e da minha família em risco, focando, praticamente a minha vida familiar e minha vida social. Agora,segundo ele, a situação se inverte, e a sociedade tem que garantir-lhe a segurança que ele cuidou da população durante toda sua juventude, até os 68 anos de idade. Essa segurança ele continuará tendo, conforme decisão do conselho nacional de Justiça. Isso não atrapalhará a sua futura campanha. E depois de eleito, a segurança da policia federal não será mais necessária.
cita o educador Paulo Freira, uma filosofia de Paulo Freira, de que ninguém se realiza sozinho, o juiz Odilon disse não fazer nenhuma objeção de que haja coligação do PDT com outros partidos. “Eu acredito que qualquer partido tem que ser como a porta de uma igreja, tem que ser aberta, o partido tem que ter o coração aberto.; tem que ser de inclusão..então, essa questão de coligação será, conforme já foi combinado, decidida pelo próprio PDT.É evidente que, pelo meu passado, eu não subirei em palanque, ao lado de corruptos.. Eu estaria praticando uma negação de meu passado ao me aliar com uma pessoa que já foi caracteriza pela Justiça como corrupta...para ele, tem que haver uma filtragem das pessoas que estarão ao seu lado. Em síntese, ele disse que vai examinar caso a caso. Isto, no caso de alguém que esteja envolvido em algum processo que não tenha transitdo em julgado.Ele explica que o projeto que está encabeçando, visa o novo. E, como tal, tem que haver uma formatação ética e uma formatação moral.
Em relação à aposentadoria, disse que é necessário ceder espaço para outros seguirem carreira. Diz que trabalhou duarnre 56 anos, sendo dez na roça e 40 anos na Justiça, onde foi promotor de Justiça, em .. e juiz do Estado do Ceará e juiz federal por três estados: Rodonia, MT e MS...trabalhou mais de meio século... quer uma oportunidade para continuar servindo a população e, para tanto, decidiu ingressar na política...nao está procurando dias melhores para ele, mas para o povo...se ganhar para governador, não vai considerar a vitória como um troféu, nem brilho pessoal e muito menos salário, pois já tem o seu que é muito bom, e nem destaque visual, pois já tem isso até de sobra no Brasil inteiro.
A sua segurança tem uma vinculação com a sua atividade passada como magistrado. “Eu passei aproximadamente 40 anos no fronte, entre o crime organizado – principalmente o narcotráfico – servindo de trincheira, colocando minha vida e da minha família em risco, focando, praticamente a minha vida familiar e minha vida social... Agora,segundo ele, a situação se inverte, e a sociedade tem que garantir-lhe a segurança que ele cuidou da população durante toda sua juventide, até os 68 anos de idade... essa segurança ele continuará tendo, conforme decisão do conselho nacional de Justiça. Isso não atrapalhará a sua futura campanha. E depois deeleito, a segurança da policia federal não será mais necessária.
O seu diferencial em relação aos demais candidatos, é que o seu projeto, deve significar o novo, que resulta de uma leitura paciente e profunda, uma sondagem na vontade do povo...a campanha vai se basear num lastro que se chama moralidade e ética. Toda campanha vai se basear nisso. logicamente que durante a campanha vai administrar apenas projetos e depois de eleito, a execução do projeto vai se basear em princípios – que todo político deve conhecer – que é o da legalidade,que nos temos que ter no trato com acoisa publica; principio da impessoalidade, onde temos que diferenciar o que é publico, do que é privado, ou seja, o que Estado e o que é Governo, além do principio da eficiência e da transparência.