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Secretário afirma que no momento não há previsão de retorno da jornada de seis horas de trabalho na Prefeitura

Atualmente, o funcionamento dos órgãos municipais é das 7h às 11h e das 13 às 17h

Hojemais - João Maria Vicente
27/02/18 às 12h14
José Pereira, secretário-geral da Prefeitura (Aurora Villalba)

Presente à sessão da Câmara nesta manhã, ao ser questionado pelo Hojemais sobre a possibilidade de atender à reivindicação do Sintede (Sindicato dos Trabalhadores da Educação) que pede o retorno da jornada de seis horas diárias de trabalho, o secretário-geral da Prefeitura, José Pereira, esclareceu não há por parte da administração nenhum posicionamento quanto a isto. “Portanto, o que temos a dizer é que se houve alguma manifestação sobre esse retorno, não partiu da administração”, pontuou.

Com isso, Pereira diz que o prefeito vai manter às oito horas, conforme o que prevê a legislação. Segundo ele, para fazer seis horas ininterruptas, envolve uma série de situações como, por exemplo, ver os interesses da sociedade, dos usuários do serviço público, bem como a necessidade de adequação e verificação de custos para se manter seis horas de jornada.  “Além disso, é necessário também averiguar se em seis horas é possível manter o mesmo número de servidores ou se há a necessidade de novas contratações”, disse.

Atualmente, o funcionamento dos órgãos municipais é das 7h às 11h e das 13 às 17h o que, de acordo com Pereira, facilita a vida de todos os usuários do serviço público municipal, como comerciantes, contadores, pessoas jurídicas e contribuintes em geral, por exemplo, que necessitam resolver suas questões tributárias, como regularização de imóveis e alvarás, entre outros.

Questionado se o custo para o funcionamento em oito horas não seria maior que em seis, ele respondeu que não existe gastos excessivos, uma vez que os servidores compram o seu próprio café e a energia é desligada no período de 11h a 13h, o que já há comprovação de geração de economia.

“Isso poderá mudar amanhã ou depois? poderá!. Não podemos dizer que isso é inflexível, mas no momento não há nenhum estudo que mostre ou viabilize esta possibilidade de retorno às seis horas”, finaliza.

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