Na manhã de ontem (24), o secretário-geral da Prefeitura de Três Lagoas, José Pereira, esteve reunido com o os ex-prefeitos Silas José (Água Clara) e Nelson Cintra (Porto Murtinho), respectivamente, coordenador para assuntos políticos da região Costa Leste e responsável pelas coordenações regionais na Segov, para tratar de assuntos relacionados ao município.
Para Pereira, foi uma importante oportunidade, uma vez que a região Costa Leste precisa encurtar o distanciamento que há entre o governo. “A vinda deles é muito importante por conta do trabalho que estão realizando, que é ouvir as bases e os segmentos políticos da região, especialmente de Três Lagoas e possibilitar a conversa com o secretariado e com o governador para resolver os possíveis problemas que os órgãos estaduais podem ter em relação ao atendimento a população nos segmentos que eles prestam os seus serviços”, disse Pereira.
Ainda segundo o secretário, “é importante saber que o governador do Estado, Reinaldo Azambuja, está focado nesse particular, enviando os seus representantes in loco nas cidades para dar respostas a alguns problemas que elas enfrentam”.
Afirmando que a todo o momento surgem situações que carecem de soluções, e algumas até com certa urgência, Pereira cita que, no caso de Três Lagoas, por exemplo, há situações que já tem levado ao governo do Estado, mas que ainda estão sem solução. Uma delas é a questão do Posto Fiscal de Jupiá que, após a mudança da ponte que liga MS a São Paulo, segundo ele, não está com a estrutura necessária para evitar a evasão dos transportadores que adentram ao Estado ou que saem do Estado com produtos que devam ser tributados. “E isso é uma demanda imprescindível que pode estar causando uma evasão de receitas para o Estado e o município e os demais órgãos públicos que sempre necessitam de uma atenção especial”, pondera.
Outra reclamação, refere-se à segurança nas escolas e o Detran, cuja estrutura, avalia, deixa a desejar por conta da grande quantidade de veículos registados no município que se aproxima de 80 mil. “Então nos carecemos de uma estrutura que seja compatível com a receita do Detran aqui no município e também um atendimento digno aos proprietários de veículos que para lá se dirigem para solução dos seus problemas”, finaliza.