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Três-lagoenses opinam sobre o aumento para R$ 979 no salário mínimo

O presidente Michel Temer sancionou na última quarta-feira, 9, a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2018.

Hojemais Três Lagoas - Albecyr Pedro
11/08/17 às 12h37
(Albecyr Pedro)

O presidente Michel Temer sancionou na última quarta-feira, 9, a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2018. No texto, o peemedebista estabeleceu o reajuste do salário mínimo. 

Dos R$ 937 atualmente pago aos brasileiros, o valor passa para R$ 979, a serem pagos a partir de janeiro de 2018. Os R$ 42 reais de reajuste equivale a um percentual de acréscimo de 4, 5% para o próximo ano.

De acordo com os três-lagoenses este valor é considerado muito baixo, contudo o Hojemais foi às ruas para ouvi-los. 

O maior alvo das críticas como ocorre naturalmente são os políticos. Para todos que foram ouvidos pela nossa reportagem, eles são os responsáveis pela situação econômica dramática que atravessa o país. 

A falta de emprego, renda, e a inflação ainda em busca de controle, corrupção, são fatores criticados pelos cidadãos três-lagoenses.

Para Patrícia Aparecida dos Santos, este reajuste é uma vergonha e justifica que a população de classe baixa no Brasil apenas sobrevive, já que são muitas as despesas a pagar, como água, energia, compra de alimentos para casa, entre outros.

“Hoje o povo brasileiro está tendo que sobreviver com esta miséria enquanto os políticos estão ganhando um rio de dinheiro”- esbraveja.

As aposentadas, Hilda Leontina de Jesus, e Rosa Maria do Nascimento foram unânimes em dizer que o preço dos alimentos ainda são fatores preocupantes para quem possui uma renda tão baixa quanto ao reajuste proposto pelo governo do Presidente Michel Temer.

“O valor de R$ 42 de diferença reajustada, não se equipara com a alta do preço dos alimentos no supermercado. Ninguém consegue sobreviver com este salário. Muitos moram de aluguel, transporte, e como é que fica a alimentação?”- indagou Hilda Leontina. 

Por sua vez, Rosa Maria disse- “Muita gente sobrevive de ajuda de incentivos do governo federal como o, Bolsa Família. O correto seria o governo gerar oportunidades de trabalho para o povo brasileiro com pagamento de um salário digno, para que ele não fique dependendo de auxílio”.

Para a moradora, Inêz Ferreira da Silva, o valor é considerado insignificativo, pois ela paga aluguel e está desempregada, ainda mais com o valor alto que a família tem que arcar com o pagamento de locação de um imóvel em Três Lagoas.

“O aluguel em Três Lagoas é muito alto, minha família tem que fazer sacrifícios para honrar os compromissos. É preciso fazer milagre com a pouca renda da família”- relata.

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Patrícia Aparecida dos Santos (Albecyr Pedro)
Hilda Leontina de Jesus (Albecyr Pedro)
Rosa Maria do Nascimento (Albecyr Pedro)
Inêz Ferreira da Silva
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