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MS confirma 31 mortes por chikungunya e registra mais de 10,8 mil casos em 2026

Boletim da Secretaria de Estado de Saúde aponta 12.440 casos prováveis da doença e 3.896 de dengue. Três Lagoas está entre os municípios com baixa incidência de dengue nos últimos 14 dias.

Da Redação
26/10/26 às 16h42
(Foto: Álvaro Rezende/Secom-MS)

Mato Grosso do Sul registrou 12.440 casos prováveis de chikungunya em 2026, dos quais 10.817 foram confirmados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Os dados constam no boletim referente à 41ª semana epidemiológica, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) nesta segunda-feira (26).

De acordo com o levantamento, 31 mortes por chikungunya foram confirmadas em municípios do Estado. As vítimas eram de Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do Sul, Douradina, Guia Lopes da Laguna, Itaporã, Ponta Porã, Nioaque e Corumbá. Entre elas, 20 tinham algum tipo de comorbidade.

O boletim também aponta 122 casos confirmados da doença em gestantes. Até a divulgação dos dados, não havia óbitos em investigação.

Dengue soma 3.896 casos prováveis em MS

Em relação à dengue, Mato Grosso do Sul contabiliza 3.896 casos prováveis em 2026, sendo 2.292 confirmados.

O levantamento registra ainda uma morte confirmada pela doença, em Bonito, e outro óbito que permanece em investigação.

Nos últimos 14 dias, Bodoquena, Rio Negro, Jardim, Três Lagoas, Sidrolândia, Corumbá e Campo Grande apresentaram baixa incidência de casos confirmados de dengue.

Vacinação contra a dengue

Conforme a SES, 223.322 doses da vacina contra a dengue já foram aplicadas na população-alvo em Mato Grosso do Sul. O Estado recebeu do Ministério da Saúde um total de 241.030 doses.

O esquema vacinal prevê duas doses, com intervalo de três meses entre elas. A imunização é recomendada para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.

Orientação à população

A Secretaria de Estado de Saúde reforça que a população deve evitar a automedicação. Em caso de sintomas de dengue ou chikungunya, a recomendação é procurar uma unidade de saúde do município para avaliação e orientação médica.

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