Justiça

Justiça concede liberdade a comerciante de armas de Birigui

É suspeito de fornecer armas para autores de crimes contra a vida praticados em Araçatuba e foi preso na Operação Faroeste

Lázaro Jr. - Hojemais Araçatuba
19/02/21 às 11h55

A Justiça de Birigui (SP) concedeu a liberdade provisória ao comerciante de 49 anos, que foi preso em flagrante na manhã de quinta-feira (18), durante a Operação Faroeste, deflagrada pela DH/Deic (Delegacia de Homicídios da Divisão Especializada de Investigações Criminais) de Araçatuba.

Dono de uma loja de armas na rua Saudades, ele é suspeito atender pessoas envolvidas em assassinatos e em tentativas de assassinatos ocorridas em Araçatuba.

Durante cumprimento de mandado de busca expedido pela Justiça, equipe do GOE (Grupo de Operações Especiais) apreendeu duas espingardas calibre 12, duas pistolas, uma delas registrada em nome dele, e um revólver.

Também foram apreendidas munições sem nota fiscal de origem, que o comerciante admitiu que eram para venda. Segundo a polícia, ele confirmou receber pessoas envolvidas com a criminalidade no estabelecimento dele, porém, afirmou que não vende armas para esse público.

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Liberdade

O investigado passou a noite preso e nesta manhã a Justiça analisou o pedido de liberdade provisória, feito pelo advogado Alessandro de Oliveira Polizel, com aprovação do Ministério Público.

Ao conceder o benefício, o juiz Marcel Perez Rodrigues considerou que apesar de o crime pelo qual ele foi preso ser grave, não foi cometido com violência ou grave ameaça à pessoa.

“Além disso, o autuado não ostenta qualquer antecedente criminal, possui domicílio fixo e trabalho lícito, mostrando-se suficientes as medidas cautelares diversas da prisão a seguir explicitadas para garantia da ordem pública e da instrução criminal, bem assim, para assegurar a aplicação da lei penal” , citou.

A liberdade provisória tem algumas condições, como comparecer aos atos processuais quando chamado; não sair da comarca de Birigui por período superior a cinco dias sem autorização judicial; permanecer em nos dias úteis das 20h às 6h e durante todo o período aos finais de semana e feriados.

O alvará de soltura já foi expedido.

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