Acompanhado da esposa, do filho e de familiares, o candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, juiz Odilon de Oliveira (PDT) votou por volta das 9h, na escola Padrão, e disse estar confiante na vitória. O candidato aproveitou o momento para criticar as fake news, que, segundo ele, foram muitas.
Apesar de estar esperançoso com o resultado, o juiz afirmou que comemorará qualquer resultado e ressaltou o crescimento "vertiginoso" nas pesquisas eleitorais.
“A disputa apertada significa que enfrentamos uma máquina administrativa muito pesada, enfrentamos muitos ataques injustos, enfrentamos muita fake news e isso prejudicou o andamento, o crescimento maior da preferência do eleitorado em favor da minha pessoa”, disse o candidato.
O juiz Odilon aproveitou para negar que tenha havido qualquer medida disciplinar pelo fato dele ir contra a decisão da nacional do partido e apoiar o candidato a presidência Jair Bolsonaro (PSL).
Ele irá acompanhar a apuração em sua casa e convocou eleitores para que acompanhem a apuração junto a ele.
"Vou acompanhar a apuração na minha residência e a expectativa, sendo vitorioso, é comemorar com o povo de modo geral. Em caso de derrota, nós vamos comemorar porque teremos feito um trabalho em favor da democracia”, afirmou.
O juiz também criticou a grande quantidade de fake news, que marcaram essas eleições. A última, usava um layout do Correio do Estado com notícia de que seu filho, Odilon Júnior, teria sido preso pela Polícia Federal, o que não ocorreu, já que seu filho o acompanhou na votação. A notícia, inclusive, nunca foi publicada no Correio do Estado, tendo sido o jornal novamente alvo de notícia falsa,.
"A diferença entre o primeiro e segundo turno foi que no primeiro, o juiz Odilon teve apenas 50 segundos de propaganda, no segundo teve igualdade, cada candidato teve cinco minutos, e isso deu para fazer uma expressão mais ampla possível do nosso programa de governo e isso fez com que elevasse a preferência popular a ponto da gente chegar a liderar as pesquisas", concluiu o juiz.