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“Defender Lula é obrigação de todo verdadeiro democrata, promotor de justiça e dos direitos humanos”

É o que afirma a militância do PT de Três Lagoas, que ratifica sua plena e irrestrita confiança na inocência do ex-presidente Lula

Hojemais - João maria Vicente
19/04/18 às 11h20
Belkiss Kudlavicz, presidente local do PT (Reprodução Facebook)

Em nota oficial, o diretório local do Partido dos Trabalhadores - presidido por Belkiss Maria Maciel Kudlavicz - afirma que a sua militância ratifica a plena e irrestrita confiança na inocência do Presidente Lula, que seria  alvo de continua perseguição de setores do judiciário, midiáticos, de partidos políticos de direita e, principalmente, dos setores ligados ao capital financeiro nacional e internacional.

O objetivo da perseguição, de acordo com a nota, é desqualificar as conhecidas e exitosas políticas públicas dos governos Lula e Dilma, "e atingir aquele que ainda é o maior Partido Político de esquerda da América Latina e que, com a candidatura de Lula, tem ampla possibilidade de sair vitorioso, no primeiro turno, no próximo pleito eleitoral”.

E ajuíza: “Portanto, defendê-lo neste momento, independentemente de ser ou não ser petista ou lulista é obrigação de todo verdadeiro democrata e promotor de justiça, dos direitos humanos e de um outro mundo possível, política, social e ambientalmente sustentado”.

Nesse sentido, conclama a todos os dirigentes municipais, filiados e simpatizantes, para realizarem, em conjunto com os partidos populares e os movimentos sociais, atividades e manifestações de resistência ao golpe, em defesa do presidente Lula e da democracia.

Ainda por meio da referida nota, o diretório ainda argumenta que, por não se conformarem com o resultado das Eleições 2014, a ofensiva empresarial-financeiro-midiática, que liderou o impeachment contra a presidenta Dilma, produziu a mais ousada investida contra a classe trabalhadora, contra os direitos sociais, cujas ações enfraquecem as empresas privadas nacionais, entrega a preços vis o patrimônio público nacional e coloca em último plano a soberania do Brasil.

“A condenação sem provas, por pura “convicção” do judiciário brasileiro, seguida da prisão do ex-presidente Lula, interpretações absolutamente desprovidas de imparcialidade e de zelo aos preceitos constitucionais, evidenciam o claro objetivo de impedir que a volta de Lula se concretize pela via do processo eleitoral de 2018 e possa desfazer toda sorte de arbítrios e desmandos realizados por um grupo de golpistas”.

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