Aprovada pela Câmara Municipal de Vereadores em 2012, a criação da Guarda Municipal em Três Lagoas ainda é uma incógnita no município. Passados sete anos desde a aprovação da lei, o Prefeito Angelo Guerreiro criou uma comissão especial para avaliar a viabilidade da implantação do serviço no município que em um prazo de 90 dias deve ser apresentado ao executivo para que as definições possam começar a ser traçadas.
A Comissão é formada pelo Secretário de Desenvolvimento Econômico, José Aparecido de Moraes, pelo Secretário de Administração Gilmar Tabone e por Reinado da Secretária de Finanças do município. Moraes apresentou o projeto na sessão da Câmara de terça- -feira (23) formalizou o início das investigações e convidou os parlamentares a participarem das visitas que serão realizadas em Brasília (DF), municípios do estado e do interior de São Paulo.
Ao concluir, o projeto será apresentado ao executivo que irá encaminhar o relatório ao legislativo. Em entrevista, Moraes disse que se a guarda tivesse sido implantada no ano em que foi aprovada, haveriam diversas facilidades, principalmente no que diz respeito aos recursos oferecidos pelo governo federal.
A partir de 2014, quando foi instituída a lei 1322 foram criadas uma série de regras, dentre elas uma que determina 200 como o número mínimo de guardas em cada município. De acordo com Moraes, um estudo prévio realizado na época em que era Comandante do 2º Batalhão de Polícia Militar de Três Lagoas, foram realizados estudos que definiam que um efetivo de 100 homens era o essencial para uma guarda municipal em Três Lagoas.