Briga
As namoradas e os demais ocupantes da mesa foram embora, enquanto Bruno e Rodrigo foram tirar satisfação com as vítimas. Eles foram embora após ameaças de morte e retornaram em seguida.
Armado com um revólver, Bruno atirou duas vezes em cada um dos rapazes, que morreram no local. Em seguida, ele fugiu com o irmão.
Na denúncia, o MP entendeu que Rodrigo participou do crime por ter discutido com as vítimas, por ter ido com o irmão buscar a arma e o incentivado a matá-las.
Assim, os dois foram denunciados por homicídio qualificado por motivo fútil e com recurso que dificultou a defesa das vítimas.
Sem provas
Durante o julgamento, o promotor entendeu que não havia provas suficientes da participação de Rodrigo nos crimes e pediu aos jurados a absolvição dele. Porém, reforçou o pedido pela condenação de Bruno pelo homicídio duplamente qualificado.
A defesa alegou a tese de homicídio privilegiado pela violenta emoção, além de pedir o afastamento das qualificadoras.
Os jurados não acataram os pedidos da defesa e condenaram o réu de acordo com o que pediu o Ministério Público.
Preso
A sentença foi proferida pelo juiz Henrique de Castilho, que não concedeu a Bruno o direito de recorrer em liberdade. Assim, ele retornou para o presídio ao término do julgamento.
Quanto ao irmão dele, foi determinada a expedição do alvará de soltura.
