Moralização
Segundo texto, o objetivo da medida é moralizar funções de cargo de assessoramento equiparando os salários aos que são pagos na sociedade em geral. A medida estaria em consonância com o que pensa a maioria dos moradores. “Temos convicção que este projeto representa o desejo da sociedade araçatubense que diante de um momento de crise econômica e tanta insatisfação pessoal pelo qual passa o país, e dentro dele, Araçatuba, desejam e confiam na Casa Legislativa que os representam, na aprovação desse projeto. ”
Apoio
A proposta conta com apoio de 14 instituições araçatubenses entre elas Ordem dos Advogados do Brasil – 28ª Subseção de Araçatuba, o Sindicato dos Contabilistas de Araçatuba, Uecar (União das Entidades de Classe de Araçatuba e Região) Acia (Associação Comercial de Araçatuba) e os Partidos Verde e Novo.
Polêmica
A polêmica voltou ao foco neste ano que antecede a eleição depois de uma tabela com a remuneração dos chefes de gabinete de todos os vereadores começar a circular nas redes sociais.
Levantamento feito pelo Hojemais Araçatuba com base em dados disponibilizados no site da Câmara em março deste ano mostrou que o salário de um chefe de gabinete naquele período superou o do prefeito Dilador Borges (PSDB).
O vereador Arlindo Araújo também apresentou proposta visando reduzir o salário de assessor parlamentar. Entretanto, a proposta dele previa a extinção do cargo de chefe de gabinete e a fixação de salário em r$ 3 mil.
Em entrevista em março deste ano, a presidente do Legislativo, vereadora Tieza (PSDB) disse que é a favor de enfrentar sim o problema dos altos salários dos assessores, mas que isso deve ser feito de forma “não traumática.”
