Caso
O caso foi parar na Justiça depois que a polícia encontrou a menina em um imóvel onde funciona um terreiro de candomblé, após denúncia anônima. A adolescente estava com a cabeça raspada, mas ela e a mãe dela e a responsável pelo terreiro negaram maus-tratos.
Os policiais constataram que a menina estava tranquila, não tinha hematomas e ela passou por exame de corpo de delito no IML (Instituto Médico Legal) para avaliar possível lesão corporal.
O Conselho Tutelar entrou no caso e no final de semana seguinte, advogados representando a avó da adolescente requereram a guarda provisória, que foi concedida no dia 5. As visitas por parte da mãe só podiam acontecer de forma monitorada.
